Diário de um Cão

sábado, maio 05, 2012



1ª Semana:
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!

1º Mês:
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2º Mês:
Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4º Mês:
Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.

5º Mês:
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa... Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!

6º Mês:
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido... Creio que a minha família humana me ama muito... Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!

12º Mês:
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13º Mês:
Como me senti mal hoje... O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)... Não entendo o que está a acontecer.

15º Mês:
Tudo mudou... vivo preso no pátio... na corrente... Sinto-me muito só.... a minha família já não me quer... às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho tecto para me tapar.

16º Mês:
Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças... a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...

17º Mês:
Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adoptam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.

18º Mês:
No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.

19º Mês:
Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.

20º Mês:
Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei  estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto... Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem;  outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria...



Agressividade: como lidar com este problema?


Antes de explicar de onde surge a agressividade, é importante destacar que muitas pessoas acreditam que fazer tudo o que o cão quer e oferecer muito amor e carinho significa uma garantia para torná-lo um animal dócil e tranqüilo, mas na verdade a educação correta, além de amor e carinho está baseada em limites e controle.

Outro ponto é que nem sempre a raça escolhida é determinante para a agressividade de um cão. Exemplo: podemos encontrar pitbulls mais dóceis e labradores mais agressivos. Nas linhagens da mesma raça podemos identificar cães mais mansos ou mais agressivos do que na média e é este ponto que devemos considerar no momento de escolha do amigo canino.

Como surge a agressividade?

A agressividade pode ser apresentada desde filhote, enquanto estão disputando a mamada da mãe, durante a adolescência, quando os machos começam a disputa na hierarquia, os adultos quando defendem o território ou a comida, além de muitas outras situações ou fases de vida.

Quais são os diferentes tipos de agressividade?

- Agressividade por medo: cães medrosos tendem a rosnar, mostrar os dentes e atacar quando se sentem ameaçados ou quando estão em situações de risco. O ideal é fazer treinos de dessensibilização (para que o cão se acostume com aquela situação, objeto, pessoa, etc.) e faça associações positivas.

- Agressividade por dominância: cães que são contrariados e que se consideram líderes do grupo. Neste caso, é importante não enfrentar o cão e não revidar às provocações, pois essa atitude só piora o quadro de agressão. É necessário fazer treinos de limite e obediência, muita determinação!

- Agressividade por possessividade: cães que demonstram agressividade com objetos valiosos (ex: brinquedo favorito) ou pessoas. Além de uma boa liderança, devemos fazer com que o cão tenha boas associações com essas situações.

- Agressividade territorial: cães que atacam nos portões de suas casas ou que demonstram maior agressividade quando estão no território deles. Ganhar o controle e dar limites ao cão são treinos fundamentais.

Para que possamos prevenir problemas de agressividade é indicado o adestramento desde a fase de filhote, para que além da boa educação, a socialização aumente as chances de torná-lo um cão equilibrado, dócil e feliz!

---

Texto: Tatiana Piancastelli (adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e edição: Alex Candido

Como eu poderia imaginar?

Oi Gente!!

Hoje estou um pouco triste e vim falar de um assunto sério com vocês...

Pensei mil vezes se deveria compartilhar ou não, mas daí cheguei a conclusão que isso pode ajudar alguém ou me ajudar, vai saber?

Lembram que eu tinha contado para vocês que minha cadelinha a Neguinha havia criado?

Pois é, essa era a primeira cria dela, eram duas cadelinhas muito tititiquinhas....porém, como vocês sabem eu tenho vários cachorros, sou muito apaixonadas por eles, só que acho que talvez aqui em casa o espaço se torna pequeno e estressante para eles de alguma forma e acontece ainda que a Ninna, minha cadela mais velha (que é mestiça a pinscher e poodle), fica presa na corrente, pois se está solta ela mata e come as galinhas (que também em bastante aqui em casa), o motivo dela fazer isso, acho que é por stress, fome ela não passa, tem outros cachorros que vivem com ela e sempre que posso dou atenção à ela...

Aconteceu que as cadelinhas da Neguinha começaram a comer essa semana, imaginem duas pinscherzinhas não comem quase nada, então eu trouxe elas no sábado de manhã aqui para dentro da casa e dei um "papazinho" de leite para elas e combinei com a mãe que pelas 6 horas da tarde, mais ou menos, deveríamos fazer o mesmo. Até aí tudo bem...só que a Ninna escapou da corrente e quando eu fui buscá-las ela entrou na casinha e matou uma das cadelinhas, daí pense no meu sentimento de culpa, se eu não tivesse ido lá talvez ela não tivesse matado..

Fico pensando que eu querendo fazer o bem, acabei piorando tudo, por que ela fez isso? Só pode ter sido por stress, quem sabe ciúmes, sei lá ?

Após todas essas indagações e sentimentos de tristeza e culpa, pesquisei alguns artigos e percebi que não foi por maldade que ela fez isso, ela nem sabe o que fez, já que cachorros não são seres racionais (as vezes penso se é assim mesmo), tem sim a possibilidade de ela ter achado que era outro bicho, como um rato, por exemplo... Não dá para desfazer o que aconteceu, infelizmente, mas posso tentar dar mais amor e atenção à ela, assim quem sabe ela voltará a ficar calma e não agirá mais com agressividade.

Vou tentar outra vez!!

Nunca vale a pena abandonar nossos mascotinhos!!! São como se fossem nossos filhos, e são, não é porque ele errou uma vez que devemos esquecê-lo!


Fofura do Dia

quinta-feira, maio 03, 2012

Mascote do Dia: Cuvac

Kuvasz/Cuvac Eslovaco


Nome da Raça

Kuvasz/Cuvac Eslovaco

Descrição da Raça

O Cuvac Eslovaco é uma raça de aspectos serenos e tranquilos.
Tem temperamento equilibrado, e é bastante afetuoso com conhecidos.

Sua aparência é bastante similar a de um Labrador.

Sua origem é eslovaca, e trata-se de uma raça própria para pastoreiro, hoje em dia muito usado como um cão de guarda doméstico.

Sua altura varia de 60 a 70 cm nos machos, e 55 a 65 cm nas fêmeas. Machos não devem pesar mais de 45 kg e fêmeas mais do que 40 kg.

É uma raça inteligente e bastante independente. Também é muito gentil, dando-se muito bem com crianças. O nome em eslovaco, chuvatch, é derivado da palavra pocut, que significa "ouvir", devido ao seu forte estado de alerta e vigilância.







Fonte

Fofura do Dia

quarta-feira, maio 02, 2012

 

 

Mascote do Dia: Baiacú Biocelatus


Baiacú Biocelatus - Crédito: http://www.flickr.com/photos/catheyroberts/

Nome da Espécie: Baiacú Biocelatus, Tetraodon biocellatus,
Nome popular: Baiacú Biocelatus, Baiacú "Figure 8"
Nome científico: Tetraodon biocellatus
Origem: Indochina, Malásia e Indonésia
Sociabilidade: sozinho ou grupo
Comportamento: agressivo, territorial
pH: 8.0
Temperatura: 26ºC
Tamanho adulto: 8 cm
Tamanho do aquário: 45 L
Trata-se de um peixe com padrões circulares muito exóticos que são garantia de dar mais alegria e cor ao tanque. Por trás da aparência colorida e rechonchuda, no entanto, está um peixe muito agressivo e territorial, especialmente com companheiros da mesma espécie.
É um peixe que pode se adaptar bem em um aquário plantado e bem eclético com relação à sua alimentação, comendo camarão brine, bloodworms e caramujos indesejáveis sempre que possível.

Baiacú Biocelatus - Crédito: http://www.flickr.com/photos/tavallai/

Baiacú Biocelatus - Crédito: http://www.flickr.com/photos/penmachine/

Baiacú Biocelatus - Crédito: http://www.flickr.com/photos/90149669@N00/
Fonte






Design e código feitos por Julie Duarte. A cópia total ou parcial são proibidas, assim como retirar os créditos.
Gostou desse layout? Então visite o blog Julie de batom e escolha o seu!